quinta-feira, 20 de abril de 2023
Ginecologia é na PDC Saúde, empresa do Grupo Afya Unigranrio.
quarta-feira, 20 de julho de 2022
PDC Saúde Caxias, Depilação a Laser para homens e mulheres.
Endereço: Av. Brg. Lima e Silva, 1.783 – Jardim Vinte e Cinco de Agosto, Duque de Caxias – RJ, 25071-181.
Direção Geral: Dr. Jose Roberto Lannes Abib
PDC Saúde oferece o Botox Day um dia com desconto e pagamento em até 10 vezes sem juros nos cartões de credito.
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Direção Geral: Dr. Jose Roberto Lannes Abib
Pdc Saúde Caxias, novas especialidades Cirurgias Plástica, Estética e Geral, consulta popular e os procedimentos podem ser pagos 10 vezes sem juros
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Direção Geral: Dr. Jose Roberto Lannes Abib
PDC Saúde Caxias, consultas e exames a preços populares em até 10 vezes sem juros, informações e marcação de consultas via WhatsApp 21 99308-2870
PDC Saúde Caxias, sob nova direção, vem se transformando na maior em presa de medicina diagnostica da Baixada fluminense. oferecendo preços populares e pagamento em até 10 vezas sem juros no cartão de credito.
A PDC Saúde é uma empresa do grupo Afya Unigranrio, o maior grupo de ensino medico no Brasil é um dos maiores do mundo.
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Direção Geral: Dr. Jose Roberto Lannes Abib
segunda-feira, 13 de julho de 2020
Perguntas e respostas: medicamentos para o combate à COVID-19 Confira os principais questionamentos recebidos pela Anvisa sobre os medicamentos utilizados para a prevenção e o tratamento da COVID-19 e pesquisas clínicas conduzidas até o momento.
Laborafe teste Rápido para COVID-19 IgM/IgG, por R$ 105,00 reais
Rua General Venâncio Flores, S/Nº, no Estacionamento da Unigranrio
Tel. (21) 2672-7732
Segunda a sexta-feira.
Horário das 7h às 16h.
Av. Brigadeiro Lima e Silva, 1783 - Bairro 25 de Agosto - Duque de Caxias
Tel. (21) 3780-2500
Segunda à sexta-feira.
Horário das 7h às 16h.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2020
Laboratório de Analises Clínicas da Unigranrio o Laborafe, completa 29 anos de excelência laboratorial

Nestes últimos anos a Unigranrio investiu na expansão do Laborafe através de 2 novos postos de coleta, dentro das unidades da PDC em Duque de Caxias e na Barra da Tijuca.
Segundo o diretor do Laborafe, Prof. José Roberto Lannes Abib, há 33 anos à frente desse laboratório, 100% dos exames, são realizados e analisados internamente, por profissionais de nível superior, como farmacêuticos bioquímicos e ou pós-graduados em Analises Clinicas, além de contar com apoio de acadêmicos dos cursos de Farmácia e Biomedicina da Unigranrio. Prof. José Roberto, que é conselheiro e membro da Comissão Parlamentar do CRF-RJ, acrescenta outra informação importante: “Os discentes dos cursos de Farmácias e Biomedicina, são continuamente supervisionados pelos profissionais do Laborafe, desta forma são preparados para atuarem no mercado de trabalho com ética, confiabilidade e qualidade no atendimento à população de Duque de Caxias e da Baixada Fluminense.Estamos prontos para oferecer a nossa comunidade exames de qualidade, utilizado-se da mais alta tecnologia laboratorial disponível e com profissionais qualificados e treinados.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
A Gerência de Farmacovigilância alerta sobre o aumento do risco de câncer de pele não-melanoma decorrente do uso cumulativo de hidroclorotiazida
Identificação do produto ou caso:
Problema:
Dados de estudos epidemiológicos demonstraram uma associação dose-dependente cumulativa entre hidroclorotiazida e o câncer de pele não-melanoma. Um estudo [1] incluiu uma população composta por 71.533 casos de carcinoma basocelular e de 8.629 casos de carcinoma de células escamosas pareados a 1.430.833 e 172.462 controles populacionais, respectivamente. Uma relação dose-resposta cumulativa clara foi observada tanto para o carcinoma basocelular como para o carcinoma de células escamosas. Outro estudo [2] mostrou uma possível associação entre câncer de lábio e a exposição à hidroclorotiazida. Ações fotossensibilizadoras da hidroclorotiazida podem atuar como um possível mecanismo para a doença.
Solicitamos que os profissionais de saúde informem aos pacientes tratados com hidroclorotiazida sobre o risco de câncer de pele não-melanoma, especialmente aqueles pacientes que já fazem uso a longo prazo do fármaco. Os pacientes devem ser orientados a verificar regularmente a sua pele quanto a novas lesões e a notificar imediatamente ao profissional quaisquer lesões cutâneas suspeitas. A Anvisa orienta que não se interrompa o tratamento sem antes consultar o médico. Lesões cutâneas suspeitas devem ser prontamente examinadas, incluindo exame histológico de biópsias. Medidas preventivas tais como limitação da exposição à luz solar e aos raios UV podem realizadas no intuito de minimizar o risco de câncer de pele. O uso de hidroclorotiazida pode ser revisto em pacientes com histórico de câncer de pele não-melanoma.
A Anvisa solicitará a inclusão em bula das novas informações de segurança para todos medicamentos que contém o princípio ativo hidroclorotiazida que ainda não possuem tais informações.
Referências: Pedersen SA, Gaist D, Schmidt SAJ, Hölmich LR, Friis S, Pottegård A. Hydrochlorothiazide use and risk of nonmelanoma skin cancer: A nationwide case-control study from Denmark. J Am Acad Dermatol. 2018 Apr; 78(4):673-681.
Sarah N.Robinson, Michael S.Zens, Ann E.Perry, Steven K.Spencer, Eric J.Duell, Margaret R.Karagas. Photosensitizing Agents and the Risk of Non-Melanoma Skin Cancer: A Population-Based Case–Control Study. Journal of Investigative Dermatology. Volume 133, Issue 8, August 2013, Pages 1950-1955.
PRAC recommendations on signals.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
O que é Candidíase? Ela é mais frequentes no verão. e devem ser tratadas com Urgencia.
A forma mais comum da candidíase, acomete mulheres que estejam com um sistema imunológico mais fraco ou com a flora vaginal desequilibrada. Nesses casos, o fungo, que já está presente no organismo, consegue se replicar mais, já que o corpo perde os recursos necessários para contê-lo.
Candidíase peniana (balanopostite)
Candidíase no pênis
Candidíase de esôfago
As esofagites de causa infecciosa causada pelo fungo Candida albicans é o mais raro dos tipos de inflamações no esôfago e predominam nos pacientes de baixa imunidade, principalmente os portadores de AIDS e câncer.
A candidíase de esôfago é mais comum em idosos e raramente acomete crianças, exceto quando há comprometimento de imunidade.
Candidíase na pele (Intertrigo)
O intertrigo candidiásico
Geralmente, as partes do corpo que estão mais vulneráveis a essa doença são dobras como:
Axilas
Virilha
Nádegas
Barriga
Pescoço
Sob as mamas
Entre os dedos das mãos e dos pés
Parte interna das coxas.
Candidíase invasiva
O quadro recebe vários nomes, como candidíase disseminada ou invasiva e ocorre principalmente pessoas com um sistema imunológico enfraquecido, podendo assim atingir recém-nascidos de baixo peso e hospedeiros imunocomprometidos, ou seja, acaba sendo uma infecção mais hospitalar. Nesse caso, o fungo atinge a corrente sanguínea, podendo afetar qualquer órgão (como válvulas cardíacas, cérebro, baço, rins e olhos) e causar complicações graves.
Em casos mais graves ela pode evoluir para uma candidemia, que pode ser fatal.
Causas
O principal causador da candidíase vaginal é o fungo Candida albicans. Esse fungo já existe em pequenas quantidades no organismo da mulher e vive em equilíbrio com a flora vaginal.
No entanto, alguns fatores podem levar ao seu desequilíbrio no organismo, levando o fungo a se reproduzir e a causar sintomas. Áreas quentes e úmidas são mais propícias para o fungo se propagar. Por isso que as partes íntimas, zonas de dobra de pele e garganta e boca são mais propícias ao aparecimento do problema.
Além disso, o desequilíbrio da concentração desse fungo pode aparecer com mais facilidade em adultos ou crianças que possuem o sistema imunológico debilitado, já que são as defesas do nosso organismo que ajudam a conter seu crescimento exagerado.
Candidíase na gravidez
Na gestação ocorrem mudanças no genital, que apresenta maior vascularização local, aumento na produção de lactobacilos e mudança do PH da vagina que fica mais ácida e isso pode favorecer a proliferação de fungos e a ocorrência de candidíase.
Candidíase e sexo
A Candidíase não é considerada uma doença sexualmente transmissível (DST). Por isso mesmo, mulheres e homens que nunca tiveram relações sexuais podem sim ter candidíase.
No entanto, pessoas com uma fauna genital e sistema imunológico mais prejudicado podem acabar pegando a candidíase através do sexo.
Por isso, indica-se que a pessoa em tratamento para candidíase tenha uma abstinência sexual.
Fatores de risco
Diversos hábitos podem aumentar o risco do fungo Candida albicans se espalhar pelo organismo, causando a candidíase vaginal. Veja alguns deles:
Uso de antibióticos
A microbiota vaginal é formada por diversas bactérias. Algumas delas são aliadas do organismo e ajudam a conter as bactérias e fungos que podem ser nocivos. No entanto, antibióticos de largo espectro - aqueles que são eficazes contra uma ampla gama de bactérias - podem matar essas bactérias saudáveis na sua vagina, o que pode levar ao crescimento de leveduras, como o fungo da candidíase vaginal.
Infecções fúngicas parecem ocorrer mais frequentemente em mulheres com aumento dos níveis de estrogênio - por exemplo, em mulheres que estão grávidas, que tomam altas doses de pílulas de estrogênio ou que fazem terapia hormonal de estrógeno.
Consumo excessivo de doces e carboidratos em geral
Os carboidratos propiciam o crescimento do fungo da candidíase vaginal de duas formas. A primeira é através da alteração do pH, que se torna mais ácido, logo é um ambiente muito mais propício para que a Candida se prolifere.
Além disso, a glicose também serve como alimento para esse fungo, portanto quando ela está em excesso no sangue, pode ajudar no aparecimento da candidíase vaginal.
Por isso, pessoas com diabetes também podem apresentar mais crises recorrentes de candidíase vaginal (além dos outros tipos).
Sexo sem proteção
Embora a candidíase não seja considerada uma DST, ela pode ser transmitida por meio do contato sexual, principalmente para as genitálias e boca.
Locais e roupas úmidos
O fungo a candidíase prefere locais úmidos, por isso a vagina é um local tão comum para essa infecção. Frequentar piscinas, ficar muito tempo com roupas de banho molhadas ou mesmo não secar corretamente a região genital pode propiciar uma candidíase vaginal.
Outros fatores que interferem no sistema imunológico
Dormir mal ou pouco
Ingestão insuficiente de vitaminas e minerais, consequência de uma dieta pouco equilibrada
Alto nível de estresse
Gripes fortes
Diabetes
Imunossupressa~o por medicamentos
Uso de drogas.
Sintomas
Sintomas de Candidíase
Coceira na área vaginal
Dor e vermelhidão na área vaginal
Corrimento vaginal branco e agrupado, parecido com queijo cottage
Relações sexuais dolorosas.
Sintomas da candidíase peniana
Coceira, ardência e inchaço na ponta do pênis
Relações sexuais dolorosas
Ardência ao urinar
Feridas (rachaduras) na pele do pênis
Corrimento branco e agrupado
Odor forte.
Sintomas da candidíase oral
Vermelhidão, ardência e desconforto na boca
Dor e dificuldade para engolir
Manchas brancas dentro da boca e na língua
Rachaduras no canto da boca.
Sintomas da candidíase de esôfago
Dor ao engolir
Dor no peito
Náuseas e vômito
Dor abdominal
Perda do apetite.
Sintomas da candidíase na pele
Vermelhidão na região das dobras
Escurecimento da pele nesta região, com formação de erosão e crostas
Descamação
Coceira e queimação na região das dobras
Saída de líquidos nas lesões.
Sintomas da candidíase invasiva
Febre
Emissão de urina turva
Dor de cabeça
Vômitos
Articulações inflamadas.
Buscando ajuda médica
Caso você apresente coceira, dor e vermelhidão na área genital, aliadas ou não de corrimento vaginal branco e espesso, procure um ginecologista imediatamente.
Diagnóstico e Exames
Na consulta médica
Especialistas que podem diagnosticar uma candidíase vaginal são:
Ginecologista
Clínico geral.
O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:
Quais são seus sintomas vaginais?
Você nota um odor vaginal mais forte do que o comum?
Há quanto tempo você apresenta estes sintomas?
Você já tratou alguma infecção vaginal?
Você usou antibióticos recentemente?
Você é sexualmente ativa?
Você está grávida
Que medicamentos ou vitaminas você toma regularmente?.
Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:
Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para candidíase, algumas perguntas básicas incluem:
Como posso prevenir infecções fúngicas?
Quais sintomas eu devo observar?
Preciso tomar algum medicamento?
Preciso tomar algum medicamento?
O que eu faço se meus sintomas retornarem após o tratamento?
O meu parceiro (a) também precisa ser testado?
Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.
Diagnóstico de Candidíase
Como identificar se é candidíase mesmo?
A candidíase tem sintomas muito semelhantes a outros problemas de saúde, por isso o único jeito de confirmar é fazer um exame de cultura da região afetada, para verificar se a infecção é causada por fungo e que fungo é esse. Veja a seguir o diagnóstico específico de cada tipo:
Diagnóstico da candidíase vaginal
O diagnóstico da candidíase vaginal começa a ser feito com o histórico do paciente, como infecções vaginais passadas e também se a paciente já teve alguma DST.
O próximo passo é um exame físico. O ginecologista usa um espéculo para segurar as paredes vaginais para visualizar melhor a vagina e o colo do útero. Ele também pode colher amostras de corrimento para análise laboratorial.
O outro passo é justamente essa análise do corrimento vaginal. Se as infecções por candidíase vaginal forem recorrentes, o médico pode inclusive pedir uma análise mais detalhada.
Diagnóstico da candidíase peniana
O diagnóstico da candidíase peniana começa a ser feito com o histórico do paciente, como infecções vaginais passadas e também se a paciente já teve alguma DST.
Depois são feitos os exames para observar as condições do pênis.
Diagnóstico da candidíase oral ou esofágica
É preciso fazer um exame de cultura de escarro e da boca para verificar a ocorrência do problema.
Diagnóstico do intertrigo
O diagnóstico do intertrigo é feito com base na observação dos sintomas da doença e através de exames como:
Raspagem da pele e exame KOH (hidróxido de potássio) para eliminar uma infecção por fungo
Lâmpada de Wood (luz negra) para eliminar uma infecção bacteriana chamada eritrasma
Biopsia da pele, que pode ser necessária em casos mais raropara confirmar o diagnóstico.
Também é indicada a realização de exame de sangue para o diagnóstico mais preciso, principalmente, para verificar se o indivíduo não está com diabetes. O intertrigo pode ser um dos sintomas iniciais da diabetes.
Diagnóstico da candidíase invasiva
Nesses casos os exames de cultura de escarro, boca, vagina, urina, fezes, ou pele não significa necessariamente infecção invasiva e progressiva. É preciso realizar exames de cultura do fungo no sangue, fluido pericárdio ou mesmo amostras de tecidos retiradas em biópsias para confirmar o diagnóstico.
Tratamento e Cuidados
Tratamento de Candidíase
O tratamento da candidíase, seja onde for sua localização, normalmente consiste no uso de pomadas antifúngicas ou medicamentos antimicóticos de uso local. No entanto, existem situações mais difíceis que denominamos como candidíase recorrente, onde será necessária a mudança da terapia e do estilo de vida.
Tratamento para candidíase recorrente
Vale a pena conversar e ser examinado pelo seu médico para determinar se existem fatores de risco (ex.: uso de corticoides, infecção pelo HIV, diabetes etc).
Os medicamentos mais usados para o tratamento de candidíase são:
Canditrat
Cetoconazol
Clindamin-C
Clocef
Clotrimazol
Colpatrin
Colpistatin
Daktarin
Fentizol
Flogo Rosa
Fluconazol
Gino-Canesten
Gynazole-1
Gyno-Icaden
Gynopac
Icaden
Itraconazol
Nistatina (creme)
Nistatina (solução)
Nitrato de Miconazol (creme vaginal).
Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.
Convivendo (prognóstico)
Candidíase tem cura?
De acordo com o ginecologista Fabiano Sakae Kuteken, a candidíase possui cura sim, mas os testes de cura so´ estão indicados apo´s tratamento de infecções persistentes na~o-albicans, tendo pelo menos duas culturas negativas com uma semana apo´s o tratamento e intervalo de pelo menos uma semana entre as duas tomadas. Lembrando que existem pacientes que têm a cândida na flora vaginal, mas são assintomáticos.
Convivendo/ Prognóstico
Uma vez que você for diagnosticado com candidíase, é importante manter alguns cuidados, como:
Evitar o consumo de bebidas alcoólicas
Não fumar
Manter-se sempre hidratado
Evitar relações sexuais durante a fase inicial do tratamento
Usar preservativo em todas as relações sexuais
Evitar alimentos ricos em açucares e gordura
Usar cuecas de algodão largas para ajudar a manter a pele e o pênis seco e fresco
Evitar roupas quentes, apertadas ou molhadas
Usar o medicamento pelo tempo necessário definido pelo médico, pois o tratamento incompleto pode gerar a Candidíase recorrente.
Alimentos que pioram o quadro
Um dos fatores que desencadeiam os sintomas de candidíase é a alimentação. "O fungo precisa de um ambiente ácido para se reproduzir, e alimentos ricos em carboidratos simples, gorduras e proteínas animais contribuem para essa acidez", explica o nutrólogo Roberto Navarro. Veja alguns alimentos que podem atrapalhar a recuperação da candidíase:
Carboidratos simples
Frutas e vegetais ricos em açúcar e amido
Proteínas animais
Carnes processadas
Amendoim e outras oleaginosas
Bebidas alcoólicas.
Entenda como esses alimentos podem piorar a candidíase e por quanto tempo evitar!
Complicações possíveis
Quando a candidíase vaginal não é tratada corretamente, ela pode se tornar um quadro persistente, tendo quadros de repetição em intervalos cada vez menores de tempo.
Saiba mais: 7 dúvidas sobre candidíase que toda mulher precisa saber
Em casos mais sérios, em que existe depressão do sistema imunológico, a candidíase é capaz de atingir órgãos vitais, e inclusive, gerar complicações nos rins, pulmões e levar a óbito.
Especialistas respondem sobre complicações da candidíase:
Candidíase recorrente pode provocar mioma?
Candidíase pode afetar a ovulação? E impedir que a pessoa engravide?
Prevenção
Prevenção
A maioria dos casos de candidíase, incluindo a vaginal, pode ser evitada mantendo a pele limpa e seca, utilizando antibióticos apenas com orientação médica, e seguindo um estilo de vida saudável, incluindo alimentação adequada. Pessoas com diabetes devem tentar manter o açúcar no sangue sob controle. Se você tem HIV ou outra doença que favoreça episódios recorrentes de candidíase, o uso contínuo de drogas antifúngicas pode ajudar a minimizar crises.
Fazer a higiene íntima regularmente, preferir roupas com tecidos de algodão e evitar peças justas, além de evitar o uso contínuo de absorventes internos também ajudam a evitar a candidíase vaginal. Usar camisinha em todas as relações sexuais também evita que você seja infectado.
Saiba mais: Agora faça o teste: você sabe mesmo se proteger da candidíase?
Referências
(1) Ministério da Saúde
(2) Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo
(3) Manuais MDS
(4) Ginecologista Fabio Laginha (CRM-SP 42141)
(5) Urologista Valter Javaroni (CRM RJ-52575160)
(6) Urologista Diogo Mendes (CRM DF-6439)
(7) Gastroenterologista Maira Marzinotto (CRM SP-124994)
(8) Dermatologista Angélica Pimenta (CRM-SP 120.847)
(9) Ginecologista Renato Tomioka (CRM-SP 130201)
(10) Ginecologista Melissa Ganam Antoun Guedes (CRM-MG 40145)
(11) Ginecologista Vania Carolina Pereira Stancka (CRM-SP 136342)
(12) Fabio Sakae Kuteken, ginecologista da Rede de Hospitais São Camilo de SP
terça-feira, 18 de dezembro de 2018
Veja na integra o posicionamento oficial das Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) e da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) sobre rastreio de câncer de próstata

Segue o texto na íntegra (versão em PDF):
Posicionamento Oficial da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) e da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) – Rastreio de Câncer de Próstata
É reconhecido que o rastreio universal do câncer de próstata pelo exame digital retal e pela medida do antígeno prostático específico (PSA) no sangue é controverso e que a literatura traz dados conflitantes, especialmente com relação aos prejuízos potenciais versus impacto na mortalidade.
O PSA é o marcador mais utilizado para diagnóstico de câncer de próstata, mas sua utilidade clínica foi questionada devido à sua baixa especificidade, especialmente quando em níveis entre 2 e 10 ng/mL. A utilização do PSA em larga escala estaria propiciando o sobrediagnóstico e indução ao tratamento excessivo, uma vez que alguns casos de câncer que não evoluiriam de forma agressiva, não colocando a vida do paciente em risco. Esta situação se deve, principalmente, ao fato de que a medida isolada do PSA não fornece informação suficiente para se avaliar o grau de agressividade do eventual tumor existente.

Realmente, em 2012, a Força-Tarefa de Serviços Preventivos dos Estados Unidos (US Preventive Services Task Force – USPSTF), se manifestou contra a medição do PSA com a finalidade de triagem populacional para o câncer de próstata, para homens de qualquer idade. Naquela ocasião, a USPSTF baseou suas recomendações nos resultados conjuntos de dois estudos: o European Randomized Study of Screening for Prostate Cancer (ERSPC)1 e o US Prostate, Lung, Colorectal and Ovarian Cancer Screening Trial (PLCO)2. Estes estudos indicavam que a triagem com a medida de PSA podia prevenir a morte por câncer de próstata de um número muito reduzido de pacientes, sempre havendo o risco da ocorrência de resultados falso positivos.
Em 2017, porém, a USPSTF publicou novas recomendações, indicando que, mesmo os médicos não especialistas, devem apresentar aos homens com idade entre 55 e 69 anos os potenciais riscos e benefícios envolvidos no rastreio do câncer de próstata e apenas realizar a triagem naqueles que, após esclarecimentos, desejarem realizar o teste. Esta nova posição é consistente com as orientações oferecidas pela American Urological Association (AUA) e pela American Cancer Society (ACS)3.
Mais recentemente, em maio de 2018, a própria USPSTF4 reconheceu que ensaios clínicos randomizados mostram que os programas de rastreamento baseados na medida do PSA em homens com idade entre 55 e 69 anos podem evitar cerca de 2 mortes por câncer de próstata a cada 1000 homens testados. Os programas de triagem também podem prevenir cerca de 3 casos de câncer de próstata metastático por 1000 homens testados. É importante referir que casos de câncer mestastático é condição clínica muito mais delicada, exigindo cuidados específicos, mais custosos e reduzida chance de cura, perda de qualidade de vida e elevada taxa de mortalidade.
Os danos potenciais da triagem incluem eventuais resultados falso-positivos. O que tem sido supervalorizado, no entanto, são os danos do tratamento cirúrgico (prostatectomia) os quais incluem disfunção erétil, incontinência urinária e sintomas intestinais. Cerca de um em cada cinco homens que se submetem à prostatectomia radical desenvolvem incontinência urinária e dois em três homens experimentam disfunção erétil a longo prazo.
A partir destas informações, a USPSTF concluiu que, para homens com idades entre 55 e 69 anos, a decisão de se submeter à triagem periódica baseada na medida do PSA deve ser individual e deve incluir a discussão dos possíveis benefícios e danos da triagem com seu médico. Ao determinar se o exame é apropriado em casos individuais, os pacientes e médicos devem considerar o equilíbrio de benefícios e danos com base na história familiar, raça/etnia, condições médicas e comorbidades.
Cabe lembrar que este intervalo etário é relativo a indivíduos sem história familiar de câncer de próstata e que não está recomendado o rastreamento em homens com 70 anos de idade ou mais.
A baixa especificidade do PSA total estimulou a pesquisa de novos marcadores que pudessem complementa-lo para o diagnóstico precoce daqueles cânceres, além de, eventualmente, caracterizar os processos que apresentassem comportamento mais agressivo.
Com a finalidade de melhorar o poder diagnóstico deste marcador, Catalona apresentou o conceito de Densidade do PSA5. Este parâmetro consiste na relação matemática entre a concentração do PSA sérico e o volume prostático, avaliado por ultrassom transretal. O racional deste conceito é que indivíduos com glândula prostática maior poderiam ter concentrações mais elevadas de PSA em circulação.
Outro recurso é considerar a Velocidade do PSA6, que é a variação da concentração do marcador ao longo do tempo. Aceita-se como adequada uma elevação na concentração do PSA da ordem de 0,35 ng/dL por ano, quando o PSA total estiver entre 4,1 e 10,0 ng/mL.
A relação PSA livre sobre PSA total acrescenta especificidade ao diagnóstico de câncer de próstata. O racional deste conceito se baseia na observação de que pacientes com hiperplasia benigna da próstata produzem mais PSA livre do que os pacientes com processos neoplásicos. Dessa forma, a relação PSA livre/total é menor em casos de adenocarcinoma.
Recursos diagnósticos mais atuais incluem a dosagem de isoformas do PSA, especialmente da PSA [-2] proPSA, identificada como p2PSA, que tem sido proposta como auxiliar para melhorar a detecção de câncer prostático nos pacientes com PSA total entre 2 e 10 ng/mL7 e exame digital retal normal8.
Adicionalmente, foi desenvolvido um índice denominado PHI, do inglês Prostate Health Index, que relaciona, matematicamente os resultados das medidas da isoforma p2PSA, do PSA total e da fração livre do PSA9.
O PHI é calculado pela fórmula (p2PSA / fPSA × √tPSA). Os valores de p2PSA e o PHI são maiores em pacientes com câncer prostático do que nos pacientes com hiperplasia prostática benigna e com prostatite8 e alguns estudos têm mostrado que tanto o p2PSA como o PHI estão associados à maior probabilidade de o câncer ser mais agressivo10, podendo este exame indicar ou contraindicar a realização de biópsias em até 30% dos casos.
Referências
Schröder FH, and Bangma CH – The European Randomized Study of Screening for Prostate Cancer (ERSPC) British J Urology. 1997; 79(1):68- 71.
Andriole GL, Crawford ED, Grubb 3rd, Buys SS, Chia D, Church TR, et al. – Prostate Cancer Screening in the Randomized Prostate, Lung, Colorectal, and Ovarian Cancer Screening Trial: Mortality Results after 13 Years of Follow-up.J Natl Cancer Inst. 2012; 104(2):125-32. https://doi.org/10.1093/jnci/djr500.
Ong M, Mandl KD – Trends in prostate-specific antigen screening and prostate cancer interventions 3 years after the U.S. Preventive Services Task Force recommendation. Ann Intern Med. 2017; 166:451-2.
Grossman DC, Curry SJ, Owens DK, Bibbins-Domingo K, Caughey AB, Davidson KW – US Preventive Services Task Force – Screening for Prostate Cancer: US Preventive Services Task Force Recommendation Statement. 2018; 319(18):1901-13. doi: 10.1001/jama.2018.3710.
Catalona WJ, Partin AW, Slawin KM, Brawer MK, Flanigan RC, Patel A, et al. – Use of the percentage of free prostatic-specific antigen to enhance differentiation of prostate cancer from benign prostatic disease. JAMA. 1998; 279:1542-7.
Carter HB, Ferrucci L, Kettermann A, Landis P, Wright EJ, Epstein JI, et al. -Detection of life-threatening prostate cancer with prostate-specific antigen velocity during a window of curability. J Natl Cancer Inst.2006; 98(21):1521-7.
Hori S, Blanchet, JS, McLoughlin J – From prostate-specific antigen (PSA) to precursor PSA (proPSA) isoforms: a review of the emerging role of proPSAs in the detection and management of early prostate cancer. BJU Int. 2013; 112:717–28.
Lazzeri M, Abrate A, Lughezzani G, Gadda GM, Freschi M, Mistretta F, et al. – Relationship of chronic histologic prostatic inflammation in biopsy specimens with serum isoform [−2] proPSA (p2PSA), %p2PSA, and prostate health index in men with a total prostate-specific antigen of 4–10 ng/ml and normal digital rectal examination. Urology. 2014;83: 606-12.
Loeb S and Catalona WJ – The Prostate Health Index: a new test for the detection of prostate cancer. Ther Adv Urol. 2014;6(2):74–7. doi: 10.1177/1756287213513488.
Wang W, Wang M, Wang L, Adams TS, Tian Y & Xu J – Diagnostic ability of %p2PSA and prostate health index for aggressive prostate cancer: a meta-analysis. Scientific reports 2014 | 4: 5012 |DOI:10.1038/srep05012.
Novembro/2018
Publicado em 14/11/2018
fonte SBPC/ML: http://www.sbpc.org.br/noticias-e-comunicacao/posicionamento-da-sbpcml-e-sbu-sobre-rastreio-de-cancer-de-prostata/
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
Laborafe/PDC, acaba de conquistar de forma consecutiva nos últimos 27 anos a certificação máxima "EXCELENTE"
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| Foto: LABORAFE/PDC da Barra da Tijuca. |













